quarta-feira, 26 de maio de 2010

O tempo


A vontade não pode mais que mil desejos.
Pode mais o tempo. A distância entre o sonho e o ser.
E é, ás vezes, tão longa!

Quando chega esvai-se e olha-se já passado num presente que se esgota sem darmos conta.
Apetecem momentos eternos e só nos fica memória.

Memória do que foi e do que está para vir.
E a espera é medonha. Para um tempo que é fugaz!

Nem desejo, nem vontade podem contra o tempo.

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